Pabllo Vittar revela maior sonho se tivesse nascido mulher, fala de TPM e diz o que deixa mais feliz


Pabllo Vittar segue em ascensão em sua carreira no cenário musical do Brasil. Após estourar com ‘Sua Cara’, em parceria com Anitta, Pabllo conquistou degraus altos em sua vida. A drag é considerada uma das mais importantes e influentes do mundo.

Para a apresentadora Fernanda Souza, no canal dela no Youtube, Vittar respondeu o que faria se tivesse nascido mulher cisgênero. “Se eu fosse cis, eu queria ter filho. Acho que é a maior dádiva que a mulher pode ter é dar à luz e cultivar uma vida dentro de si. Isso é lindo. Parece mágica, é coisa de Deus”, revelou. Mulher cisgênero é o termo usado para se referir ao individuo que tem o sexo designado em seu nascimento.

Sobre sentir a TPM (Tensão pré menstrual), Pabllo revelou: “Não tenho TPM, mas acho que às vezes tenho uns momentos que não fico de boa”, contou. Por fim, o cantor ainda disse o que o deixa mais feliz: ” O que me deixou feliz quando não estou tão feliz é comer.”

TATÁ WERNECK DIZ QUE NOVA MÚSICA DE PABLLO VITTAR ESTÁ “ATRAPALHANDO” A EQUIPE DE DEUS SALVE O REI

Tatá Werneck surpreendeu na tarde desta quinta-feira, 12/04, ao falar sobre a nova música que Pabllo Vittar lançou recentemente . ‘Indestrutível’ mostra a luta contra a homofobia, muito presente no Brasil nos dias atuais.

 

“Pabllo meu amor, eu amei muito, muito, seu clipe novo, é muito maravilhoso, mas está atrapalhando a mim e ao elenco [da novela Deus Salve o Rei, exibida no horário das sete pela TV Globo]. Eu estou gravando uma novela medieval e fico [cantarola um pedaço da música], mas parabéns, lindo”, brincou a atriz pelas redes sociais.

Com as imagens em preto e branco, Pabllo mostrou cenas de ataque aos gays e a lutra contra a homofobia. O que mais chamou a atenção, além da letra da música, foi a mensagem final deixada pelo cantor.

“São milhares de adolescentes que, assim como eu, sofreram esse tipo de agressão. Está na hora de transformar o preconceito em respeito, de aceitar as pessoas como elas são e querem ser, de olhar na cara da homofobia e dizer: ‘Eu sou assim e daí?’”